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Território VII

Território VII

um programa dos Estúdios Victor Córdon

Horários e escolha de sessões

Escolha de sessões:

Data Hora
Sáb 27 Jul 21:30

Outras informações

Público

M/6

Duração

60 minutos

Info

COREOGRAFIAS: Coreografias de Akram Khan e Jermaine Spivey
INTÉRPRETES: Adriana Gomes, Afonso Faria, Bruna Vilhena, Carolina Xavier, Francisca Branco, Madalena Leal, Natalia Lopez Fonseca, Rosário Chaves, Rui Portela, Tiago Neves, Tomás Correia e Violeta Martins
CURTA-METRAGEM João Sanchez
CONCEITO E PRODUÇÃO: OPART / Estúdios Victor Córdon
MECENAS DO PROGRAMA: Fundação Millennium bcp
PARCEIROS: InShadow – Lisbon ScreenDance Festival, Teatro Nacional São João, Teatro José Lúcio da Silva, Teatro Aveirense

Território VII

um programa dos Estúdios Victor Córdon

Descrição

Em 2024, e em linha com a restante programação da temporada, propomos um espetáculo que traz pistas de caminhos possíveis para a dança na contemporaneidade. A 7ª edição de Território junta o bailarino e criador britânico-bangladechiano Akram Khan, uma das figuras cimeiras da dança mundial, e o norte-americano Jermaine Spivey, artista associado da Opera Ballet Vlaanderen.

O programa propõe a montagem de Kaash (2002), a peça que confirmou em definitivo o génio artístico de Akram Khan, criada em colaboração com o músico Nitin Sawhney e o artista plástico Anish Kapoor, e uma nova criação de Jermaine Spivey. O espetáculo conta ainda com uma curta-metragem do realizador João Sanchez, vencedor do prémio Território | Estúdios Victor Córdon na categoria de Melhor Realizador Português do InShadow – Lisbon ScreenDance Festival 2023.

 


Sobre o Território

Território é um programa dedicado a jovens bailarinos(as) com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos, provenientes de escolas de dança de todo o país. O programa acolhe anualmente coreógrafos(as) de relevância internacional que partilham as suas obras e processos de criação com o grupo de jovens bailarinos(as). Estes terão a oportunidade de usufruir do conhecimento e da visão estética dos coreógrafos convidados, numa experiência profissionalizante e potenciadora de um olhar diverso e inclusivo.

Todos os anos, os EVC convidam um coreógrafo consagrado e um coreógrafo emergente para liderar o programa. Oferecendo ao público português a possibilidade de assistir, em alguns casos pela primeira vez, a obras internacionais e contemporâneas, em edições anteriores o programa já acolheu os consagrados Sol León & Paul Lightfoot, Wayne McGregor, Marco Goecke, Marcos Morau e Alexander Ekman.

Ao longo das suas várias temporadas, Território já acolheu mais de 80 jovens de todo o país, provenientes de cerca de 40 escolas de dança espalhadas por mais de 30 cidades portuguesas. Este ano, os(as) bailarinos(as) são provenientes das seguintes escolas: Academia de Dança de Matosinhos, Centro de Dança do Porto, Conservatório Internacional de Ballet e Dança Annarella Sanchez, Dance Spot – Conservatório de Dança, Ent’ Artes – Escola de Dança, Escola de Ballet do Porto, EDD – Escola Domus Dança e Ginasiano Escola de Dança.

 

 

Sobre Akram Khan

Akram Khan é um artista essencial e mundialmente reconhecido no campo da dança na atualidade. Ao longo dos últimos 23 anos, as suas obras têm contribuído significativamente para as artes no Reino Unido e no estrangeiro. Tem colaborado com artistas de outras culturas e disciplinas, tais como o Ballet Nacional da China, Juliette Binoche, Sylvie Guillem, Kylie Minogue, Florence + The Machine, Anish Kapoor, Antony Gormley, Tim Yip, Hanif Kureishi, Steve Reich, Nitin Sawhney, Jocelyn Pook ou Ben Frost.

A obra de Khan é considerada profundamente comovente, chegando mesmo a poder ser lida como ritual, dada a influência que a dança clássica Kathak tem nela. Ao transportar elementos desta dança para as suas criações, Khan contribui para uma redefinição da nossa ideia do que é dançar.

Ao longo da sua carreira, tem sido galardoado com inúmeras distinções.

 

Sobre Kaash

Estreia mundial: 28 de março de 2002 na Maison des Arts de Créteil (França)

Akram Khan juntou-se ao artista visual Anish Kapoor e ao compositor Nitin Sawhney para explorar elementos do deus hindu Shiva, a sua violência cósmica, a sua natureza meditativa e o eterno ciclo de criação e destruição que inicia. Criaram Kaash, que em hindi significa “se ao menos”, com base num diálogo fluido e poderoso entre os mundos da dança contemporânea e o kathak, a dança clássica indiana. Criaram múltiplos universos a partir de infinitas possibilidades, entre buracos negros e ciclos temporais indianos, física teórica e mitologia hindu.

 

 

Sobre Jermaine Spivey

Jermaine Maurice Spivey é um coreógrafo norte-americano em clara ascensão, que, a par de uma brilhante carreira enquanto intérprete, convoca ativamente a ideia de uma prática colaborativa nos seus processos de criação. De 2002 a 2017, viveu e trabalhou predominantemente na Europa, tendo sido membro do Ballet Gulbenkian e do Cullberg Ballet. Trabalhou como artista convidado para a Hofesh Shechter Company, Robyn Live 2016, The LID, Arias Company e The Forsythe Company de 2013 a 2015, entre outras colaborações. É membro da companhia Kidd Pivot desde 2008.

Como coreógrafo, já lhe foram comissionados trabalhos pela companhia Salt Contemporary Dance (EUA), Rambert 2 (RU), LA Dance Project (EUA), The Broad Museum (EUA), Christina Aguilera Live at The Hollywood Bowl com Gustavo Dudamel e a LA Phil, e, mais recentemente, Hubbard Street Dance Chicago (EUA), NDT 2 (Países Baixos) e Ballet Flanders (Bélgica). Em colaboração com o seu companheiro e parceiro artístico Spenser Theberge, Spivey criou as obras Rather This Then e Position 3.

Spivey orienta ainda treinos de dança por toda a América do Norte e Europa.

 

ESPETÁCULO APOIADO PELA DGARTES/ RTCP