carne.exe
Carincur e João Pedro FonsecaHorários e escolha de sessões
| Data | Hora |
|---|---|
| Sex 19 Jun | 21:30 |
Outras informações
Público
M/12
Duração
60 min. (sem intervalo)
Info
direção artística: Carincur e João Pedro Fonseca
dramaturgia algorítmica, texto e encenação: AROA, Carincur, João Pedro Fonseca (com improvisação em tempo real entre humano e IA)
Interpretação: Albano Jerónimo e AROA
desenho de luz: João Pedro Fonseca
design de som: Carincur
música original: COBRACORAL
espaço cénico e set design: outsideness
cenobiologia de cena: Ivan Hunga Garcia
programação de interatividade: Bárbara Paixão
Apoio à investigação e consultoria científica: Manuel Bogalheiro
apoio à criação no desenvolvimento da IA: Gonçalo Guiomar
parceria e desenvolvimento tecnológico: NTT DATA
direção técnica e operação de som: André Teixeira
operação de luz: Nuno Figueira
produção: ZABRA - Centro de Investigação de Arte Pós-Humana
coprodução: Teatro Nacional D. Maria II
Um espetáculo do Teatro Nacional D. Maria II com o patrocínio da NTT DATA Portugal
carne.exe
Carincur e João Pedro FonsecaDescrição
carne.exe é uma criação onde um performer humano contracena com um modelo de inteligência artificial, de criação original, com capacidades performativas — AROA (Artificial Relational Ontological Agent) — treinada com material poético e filosófico. A peça explora as fronteiras entre corpo e máquina, consciência e código, propondo uma tecno-poética que questiona o que significa ser humano na era pós-digital.
Entre diálogos reais e improvisados, Albano Jerónimo e AROA pensam juntos sobre o toque, a consciência e o futuro da coexistência entre espécies. Sem ceder ao tecno-pessimismo, a obra procura afirmar o corpo como lugar de transformação e defender a potência do diálogo interespécies como uma possibilidade de futuro: onde dados e carne, algoritmos e afetos podem partilhar um espaço híbrido, sensível, político e artístico.
carne.exe é um encontro entre arte, tecnologia e filosofia — um palco expandido que integra tecnologia avançada em cena, propondo uma nova gramática para o teatro contemporâneo, revitalizando-o como espaço de experimentação entre linguagens, temporalidades e diferentes inteligências.