HOLOKÁUSTOS de Tiago Abelho

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto – 27 de janeiro

Data Hora
Qui 27 Jan 21:30
Público
M/16
Duração
50 min. (sem intervalo)
Info
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HOLOKÁUSTOS de Tiago Abelho

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto – 27 de janeiro

A 27 de janeiro assinala-se, anualmente, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Este dia foi implementado através da Resolução 60/7 da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a 1 de novembro de 2005.

O propósito deste dia é não esquecer o genocídio em massa de seis milhões de judeus pelos Nazis e respetivos colaboracionistas. Este constitui um dos maiores crimes contra a Humanidade de que há memória. Por outro lado, pretende-se educar para a tolerância e a paz, bem como alertar para o combate ao antissemitismo, o negacionismo e a desinformação em relação ao Holocausto.

O tema que marca as iniciativas deste ano-2022 é «Memória, Dignidade e Justiça». Segundo a ONU, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto e a educação sobre o mesmo, é um imperativo global para a terceira década do século. O ato de relembrar traz dignidade e justiça para aqueles que os perpetradores quiseram apagar da história.

FONTE: https://eurocid.mne.gov.pt/eventos/dia-internacional-em-memoria-das-vitimas-do-holocausto


Usando o Butoh(Teatro/dança de origem japonesa) como forma de expressão e Surrealismo de Artaud, Tiago Abelho, em HOLÓKAUSTOS, vai de encontro à individualidade da alma, sem máscaras e véus de alegoria. Desta forma expressa o que o ser humano tem de verdade no seu espírito, mesmo que para isso desvende o que pode haver de mais sórdido, solitário e animalesco na pele daqueles que viveram por dentro, o genocídio do povo judeu. Para que isso seja expresso, não cabe que o meio pela qual se dá a expressão seja preso a convenções que mascaram a verdade da alma. O que deve ser feito, segundo a filosofia Butoh, é libertar-se das formas do corpo e do pensamento. Deste modo, o intérprete, revela a sua verdade e visão sobre a condição humana naquele que foi o maior crime do séc. XX.”

PORQUE ESCOLHI O BUTOH

O butoh surgiu na minha vida artística de forma muito peculiar. Durante os ensaio de “ÉLAN”, espetáculo de dança contemporânea apresentado no Rivoli, foi-me pedido pela coreografa que procurasse movimentos mais animalescos na minha personagem. Nessa pesquisa, encontrei vídeos sobre Butoh e desde logo fiquei fascinado pelo tipo de movimento, assim como todo o tipo de filosofia inerente ao mesmo. Percebi então, que o Butoh ia de encontro a minha visão artística pela minha facilidade de criação e execução deste tipo de dança.

OBJECTIVO EM PORTUGAL
Devido ao facto de ser um dos únicos bailarinos de Butoh em Portugal, tanto em palco ,como a dar formação, tenho o objetivo de difundir este tipo de dança no nosso país. Sendo de origem japonesa, o Butoh, neste momento, tem uma visibilidade e expressão artística muito grande a nível mundial. Desta forma, é do meu interesse que o nosso pais acompanhe a arte contemporânea em todo o seu significado.