FESTIVAL A PORTA

Manel Cruz, JP Simões, Ricardo Martins: SILVAR

Data Hora
Qua 19 Jun 21:30
Público
M/6
Duração
2h30m (com intervalo)

FESTIVAL A PORTA

Manel Cruz, JP Simões, Ricardo Martins: SILVAR

A “Vida Nova” de Manel Cruz. As canções de errância e alvoroço de JP Simões. Os furacões, as festas, os fogos de artificio que o baterista Ricardo Martins mete à prova, com um grupo de músicos de Leiria, na peça SILVAR.

O Festival A Porta #5 toma o Teatro José Lúcio da Silva em vários dos seus espaços, ocupando-o com música e criação artística.

Dá-lhe heróis independentes, contadores de estórias, músicos de Leiria e Portugal todo.

Música no fio da urgência, escrita no presente, para ver de frente e deixar-se afectar por todos os lados.

Chave do teatro nas mãos: ocupem-no, descubram-no, deixem-se embalar, cantarolem e sentem-se onde nunca se sentaram, porque também é assim, provocando sentidos e sentires, que festejamos 5 anos de Festival A Porta.

5 anos de fazer acontecer em Leiria.

Bem-vindos!

Ficha artística

Manel Cruz, nome escrito na história da música portuguesa, figura de proa dos últimos 20 anos. Um herói independente, uma instituição, um “cantador” de histórias e imaginários. Foram várias as paragens que se foi obrigando a fazer para assentar os pés e calcar a terra. Algumas delas nos Ornatos Violeta, outras em Pluto, nos SuperNada e, finalmente, a solo com Foge Foge Bandido, mostrando recortes, vozes e memórias da viagem. Recarregar energias foi na Estação de Serviço, que apresentou em 2015. Em 2017, Manel Cruz voltou aos concertos, testou as águas para voltar a mergulhar nos discos e nas canções, e em 2019, marca o tão ansiado regresso aos discos em nome próprio.

JP Simões, cantor, compositor, letrista, contista e dramaturgo, JP Simões edita álbuns desde 1995, com Pop Dell’Arte, Belle Chase Hotel, Quinteto Tati e a solo ou em colaboração com outros compositores. O seu último álbum em nome próprio, Roma, foi editado em 2013 e mereceu uma longa digressão nacional e internacional. Em 2016 lançou “Tremble Like a Flower”, em nome do seu alter-ego “Bloom”. Vimo-lo numa passagem arrepiante e meteórica no Festival da Canção e queríamos a sua vitória. Dele diz-se que é um poço de reinvenção, pois tanto muda o nome, a língua, as referências e o estilo musical de um projeto ao outro.  Arrepiante, errante e um exímio contador de histórias, JP Simões tem a graça na voz e na guitarra  e um repertório que atravessa alguns dos momentos chave das últimas décadas da música portuguesa.

Ricardo Martins é um baterista, que toma o seu instrumento como um motor que se desdobra em algo maior, mais vasto, sempre mais exploratório e visceral. Com uma vasta lista de bandas e colaborações (Lobster, Papaya, Jibóia, Pop Dell’ Arte, entre outros), Ricardo Martins tem procurado o futuro da sua música desdobrando-se a solo nos últimos anos. Em 2017, edita Furacão, peça duracional de exploração rítmica e melódica, em crescente vendaval de Janeiro a Dezembro. Na Porta, apresenta agora Silvar. Uma peça única onde as composições rítmicas são desdobradas em baterias e idiofones tocados por músicos de Leiria, para um espetáculo exclusivo. Serão fugas, furacões, festas e fogos de artifício espalhados por um batalhão percussivo que vai materializar em bruto o que vem assobiando na cabeça do músico lisboeta.