Que o fogo recorde os nossos nomes – Antonio Orihuela

NO ÂMBITO DO 25.º ACASO FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO

Data Hora
Sáb 17 Out 21:30
Público
M/16
Duração
40 Min
Info
Interpretação: Daniel Macedo Pinto (Voz), Luis Ribeiro (Guitarra)
Ambiente Visual: João Pedro Azul
Ambiente sonoro: Pedro Fiuza, João Pedro Azul
Operação de Luz e Som: Rui Jorge Oliveira
Caracterização: Marta Ramalho
Tattoos | Stencil: Ricardo Silva
Produção: Célia Pires
Fotografia: Arquimedes Canadas
Design: João Pedro Azul
Apoios: Pedro Bessa e Estúdio Eléctrico; Mario Bessa; Pick me; ACARO; Luisa Moreira; Diana Marques; Teatro do Bolhão | ACE; Rui Jorge Oliveira; Maria Costa.
Desfile d’ Opiniões, 2020

Que o fogo recorde os nossos nomes – Antonio Orihuela

NO ÂMBITO DO 25.º ACASO FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO

Os bilhetes de coabitante só estão disponíveis na bilheteira

A primeira criação Mau Maria parte do poema épico “Que O Fogo Recorde Os Nossos Nomes” de Antonio Orihuela (Huelva, 1965), traduzido e publicado por manuel a domingos (Medula, 2013).

Encontramos neste poema uma contaminação emocional que advém da ameaça imposta pela doença. Sabendo-se para a morte, o poeta constrói um poema onde a despedida de lugares, influências, no sentido de referências, coordenadas políticas, sentimentais, literárias, artísticas, tecem um mapa emocional…

Henrique M. B. Fialho

 

É nesta catarse que embarcámos, numa polifonia a várias vozes e movimentos, antes ainda da chegada da vaga pandémica, partindo da experiência individual embatemos nesta experiência coletiva e universal, também ela transformadora.

Dois intérpretes em cena, um através da voz, outro da guitarra elétrica. O abismo de fim de festa percorrido por ambos, através do som e da imagem.

 

Organização: O Nariz Teatro