Que o fogo recorde os nossos nomes – Antonio Orihuela

NO ÂMBITO DO 25.º ACASO FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO

Data Hora
Sáb 17 Out 21:30
Público
M/16
Duração
40 Min
Info
Diseur - Daniel Macedo Pinto
Guitarra - Luis Ribeiro
Poema Visual - João Pedro Azul
Ambiente sonoro - Pedro Fiuza
Caracterização - Marta Ramalho
Tatoos\Stencil - Ricardo Silva

Que o fogo recorde os nossos nomes – Antonio Orihuela

NO ÂMBITO DO 25.º ACASO FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO

Desfile D’ Opiniões

Os bilhetes de coabitante só estão disponíveis na bilheteira

Performance poética com temperatura beatnick.
Um cantor glam rock termina o último concerto da sua carreira. Ao despedir-se do palco, despede-se da vida, fazendo deste “jam” de palavras que é “Que O Fogo Recorde Os Nossos Nomes” o seu último adeus ao seu público, enquanto um poema visual preenche todo o fundo de cena, iluminando tb o cantor\poeta, com fundo sonoro.
Assim que o diseur\actor termina, lança-se a segunda parte: Luis Ribeiro, guitarrista dos Azeitonas assume o lugar do actor e, acompanhado por segundo poema visual psicadélico, oferece a sua homenagem ao sec XX com um solo de guitarra à Woodstock, lançando os “rifs” numa fusão de estilos e épocas, assinatura exclusiva de Luis Ribeiro.

 

Organização: O Nariz Teatro